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Este Clipping é uma coletânea de artigos publicados em jornais e revistas sobre os produtos desenvolvidos pela AuE Soluções

Revista Natureza - Ano 19 No 9, Edição 225 - Outubro de 2006
Revista Natureza - Ano 19 No 9, Edição 225 - Outubro de 2006

Paisagismo High-tech
Entre os softwares de arquitetura e paisagismo, o AutoCad é o mais usado,
seguido por outras variações mais simples, como o DataCad e o TurboCad, que apresentam preço mais acessível. "Aos 45 anos de idade - e 22 de profissão ; precisei aprender a mexer com esse tipo de programa e me dei muito bem com o TurboCad", conta o experiente paisagista Gustaaf Winters, que trabalha com uma versão em português do programa e destaca a facilidade de uso. "Não tem segredo. Do jeito que eu programo, sai impresso",
explica Winters.

Um projeto de jardim mais detalhado exige a ajuda de outros softwares específicos como o AutoLandscape, que aplica a vegetação nos projetos, permitindo a escolha de espécies de acordo com a cor, tamanho, diâmetro da copa ou época de floração.

Há ainda o PhotoLandçcape, que insere fotos de plantas e de equipamentos de jardim sobre a imagem do ambiente;

(...)
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Revista Paisagismo & Jardinagem - Edição: 62 - Nov/2005
Revista Paisagismo & Jardinagem - Edição: 62 - Nov/2005

Softwares Lançados na VIII Fiaflora
A AuE Soluções, de Juiz de Fora - MG, também trouxe novidades: As Versões 2006 do software AutoLANDSCAPE e PhotoLANDSCAPE. O novo AutoLANDSCAPE agrega assessórios ao projeto, como pisos, vasos e equipamentos urbanos, e o dobro das especies vegetais cadastradas, agora são mais de 1.100 plantas. Informações adicionais podem ser obtidas através do site www.auesolucoes.com.br ou pelo telefone (32) 3217-1501
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Revista CADesign - Ano 10 Nº 100 - Fev/2004
Revista CADesign - Ano 10 Nº 100 - Fev/2004

AuE Soluções lança software de Paisagismo
A AuE Soluções está lançado o software de Paisagismo PhotoLandscape uma solução que permite criar, experimentar e apresentar projetos através de fotomontagem. O programa não exige nenhum programa de CAD, funciona de forma independente e interage com um banco de dados com mais de 1000 fotos, entre plantas, mobiliários, pisos e simbolos (crianças, animais e etc.), que podem ser inseridas no projeto com um simples click de mouse.

Esta interatividade permitem que o arquiteto e o cliente estudem e modifiquem o projeto junto, visualizando imagens com extremo realismo.

O responsável pelo desenvolvimento do software é o arquiteto Guilherrme Motta de Oliveira, que no final da década de 90 lançou o AutoLandscape, software que funciona junto com os softwares AutoCAD e IntelliCAD.

Guilherme Motta de Oliveira
(32) 3217-1501
www.auesolucoes.com.br
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Revista Casa & Jardim - Ano 50 Nº 589 - Fev/2004
Revista Casa & Jardim - Ano 50 Nº 589 - Fev/2004

Pranchetas Nunca mais !
Réguas e Pranchetas são coisas do passado no planejamento de jardins, pelo menos para o arquiteto mineiro Guilherme Motta, autor dos primeiros aplicativos de projetos paisgisticos brasileiros, o PhotoLANDSCAPE e o AutoLANDSCAPE.
Com alguns cliques é possivel montar a partir de uma foto, um jardim com os mais diversoso tipos de plantas, pisos e móveis, todos armazandos em um Banco de Dados com mais de 1000 imagens.

Mais informações no site
www.auesolucoes.com.br
ou pelo telefone
(32) 3217-1501
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Revista Paisagismo e Jardinagem - Ano 3 No 37 - Out/2003
Revista Paisagismo e Jardinagem - Ano 3 No 37 - Out/2003

A Informática e o Paisagismo
(Esta matéria foi escrita pelo Diretor da AuE Soluções publicada na seção Opnião da Revista Paisagismo & Jardinagem)
Estamos vivendo uma época impar, repleta de mudanças, oportunidades e desafios. Um período de transição: o início da era da informação. As mudanças são mais profundas do que parecem a primeira vista. Elas vêm alterando a forma de atuar do paisagista, tornando impossivel continuar com o velho modo de trabalho por muito tempo. Para entender o caminho que estamos percorrendo é preciso retornar ao modo medieval, quando o profissional trabalhava diretamente na obra. O paisagista era, na verdade, um jardineiro experiente que via sua obra nascer com seu trabalho, sem existir, na verdade, o conceito de projeto.
Já no Renascimento, uma revolução aconteceu para a construção civil e militar. Na época de Leonardo da Vinci, grandes gênios desenvolveram a perspectiva e a maior parte das técnicas de desenho que conhecemos hoje. A partir desta nova técnologia foi inventado a ateliê de projeto. O profissional passa a necessitar de mais erudição para desenvolver seu trabalho e a ficar menos tempo na obra para trabalhar na prancheta. Esta mudança faz o profissional produzir mais, ter mais serviços e refletir bem mais sobre a obra, produzindo com mais qualidade.
Na década de 80, com o advento da microinfomática, introduziu-se o conceito de CAD, Computer Aided Design ou Desenho Auxiliado pelo computador, e os softwares desenvolvidos praticamente eliminaram o uso da tradicional prancheta, substituida pela prancheta eletrônica. Hoje, o paisagista tem na informática uma aliada, com muito mais benefícios, acompanhando o trabalho desde a concepção do projeto, com ferramentas de apoio à decisão, passando pelo desenho até a quantificação e orçamento. E isto é só o começo.
Entre os diversos programas de CAD, o principal no mercado o AutoCAD, evoliu até o limite do próprio conceito, pois nada mais é do que uma prancheta eletrônica. O próximo passo, e novo paradigma é o Projeto Assistido pelo Computador. Este salto já é velho conhecido dos engenheiros civis, que usam softwares sofisticados para cálculo estrutural automatizando boa parte do desenho o que possibilita grande aumento da produtividade e uma maior experimentação do projeto.
Existem softwares de paisagismo, que utilizam a base do AutoCAD e fornecem ambiente de trabalho para o desenvolvimento de projetos de paisagismo, desde o catalogo de plantas a refinadas apresentações gráficas, além de obtenção automática das tabelas de materiais e memorial botanico. O uso de uma ferramenta como esta libera muito tempo do profissional, que pode fazer os desenhos e as tabelas de plantas economizando 2/3 do tempo gasto com o método tradicional.
Esta mudança otimiza o ponto central da profissão, que não é produzir desenhos, e sim construir espaços harmoniosos, jardins, praças, parques. É dedicar tempo pensando nas soluções e na qualidade do projeto e minimizar o esforço em produzir os desenhos que são apenas um meio de representação das idéias.
Assim como foi díficil para os jardineiros medievais mudar para o ateliê e tornarem-se paisagistas, a mudança para a era da informação requer esforço dos profissionais que atuam no mercado hoje. Essa nova realidade, vista por alguns como ameaça, traz novas possibilidades, permitindo que nosso esforço seja concentrado na prazerosa atividade de criar e no fundamental contato pessoal com o cliente, pois estas sim, são atividades que máquina alguma será capaz de realizar.
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